O que o apagão das redes sociais tem a nos dizer

Apostar em plataformas e aplicativos do mesmo proprietário não pode ser a estratégia de uma empresa.

Vimos isso recentemente, quando usuários do Facebook, Instagram e WhatsApp ficaram horas sem conseguir acessá-los no dia 4 de outubro. Marcas tiveram prejuízos, pois seus negócios dependem dessas plataformas digitais para oferecerem seus produtos e serviços. O próprio dono do Facebook sentiu na pele, pois suas perdas ficaram na casa dos US$ 6 bilhões, além da queda de 4,89% na bolsa Nasdaq, gerando a segunda crise no mesmo mês para a empresa de Mark Zuckerberg

Se por um lado, a pane mostrou a dependência, por outro, vemos que ter estratégias digitais baseadas somente em determinada rede social é “um tiro no pé”. Empreendedores que mantém o WhatsApp como seu principal ambiente de trabalho somam 120 milhões no Brasil. Nesse sentido, as empresas que trabalham com projetos digitais e gerenciamento de redes precisam estar atentas para alternativas. É o caso, por exemplo, de manter um canal no Telegram, onde, assim como o concorrente, se fala diretamente com o consumidor. 

O Telegram está em pouco mais de 50% dos smartphones dos brasileiros. Seu crescimento pode ser percebido pelos números recentemente divulgados. Em 2020, estava em 35% dos telefones no Brasil, e no último semestre subiu para 45%. De acordo com uma pesquisa, o perfil médio dos usuários é de homens jovens das classes A e B. Quando analisados os aparelhos onde o app está instalado temos 58% de homens e 50% de mulheres. 

Entre os brasileiros com idade entre 16 e 29 anos, 58% têm o Telegram no seu smartphone. O percentual cai para 53% no grupo de pessoas entre 30 e 49 anos e reduz, ainda mais, entre aqueles com 50 anos ou mais, com 42%. A diferença entre classes sociais é ainda mais significativa. Atualmente, 64% das pessoas nas classes A e B têm o Telegram, ante 51% das classes C, D e E.

Logo, analisar as estratégias digitais pensando na variedade de canais e cruzar com as estatísticas disponíveis sobre as redes sociais é fundamental. Preparamos algumas dicas que trabalhamos com nossos clientes para fugir do monopólio do Zuckerberg. Confira a seguir:

  • Tenha um site responsivo;
  • Reserve um espaço para blog no site;
  • Crie um canal no Telegram;
  • Poste diariamente conteúdo para os inscritos no seu canal;
  • Atualize constantemente seu mailing;
  • Tenha em seu cronograma de ações o envio de uma newsletter.

Aqui na WePlanBefore, como diz no nosso nome, sempre planejamos antes. Se a sua empresa ou seu negócio quer estar à frente, a nossa equipe pode auxiliar.

apagão das redes sociais

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