INSIGHTS

Aqui você encontra um rico debate sobre assuntos ligados a gestão de risco, gestão de crise, gerenciamento de crises, crise nas redes sociais e cases de crises, no quais podemos aprender muito

| Por:

Startups: Como funciona a gestão de crise nesse novo modelo de negócio?

Já mencionamos aqui a importância da gestão de riscos e de crises em qualquer empresa, independente do porte, região ou segmento. Mas como fazer esse gerenciamento no caso das startups? Como desenvolver um manual de crise que atenda suas necessidades?

As startups surgiram da inovação e praticidade que a tecnologia ofereceu ao mundo dos negócios. Hoje elas crescem em ritmo acelerado, conquistam espaços promissores e chegam a valer muito mais do que grandes empresas.

Na mesma velocidade que evolui e ganha espaço no mercado, uma startup pode cair a qualquer momento devido a uma crise. Foi o caso da norte-americana Theranos, que foi dos US$ 9 bilhões à falência em dois anos, devido a fraudes e escândalos, envolvendo a fundadora da startup.

Ela é só um exemplo de startup que inicia suas operações com sucesso, mas declinam com crises. Um estudo publicado pela Farm, aceleradora de startups, em 2016, aponta que 74% das startups brasileiras fecham as portas após cinco anos de existência. Desse total, 18% antes mesmo de completar dois anos de operação. Um dos principais motivos é uma crise de imagem e reputação envolvendo escândalos e desentendimentos entre os sócios.

Gestão de crises nas startups

Se a gestão de crise precisa ser rápida e eficaz em uma empresa comum, nas startups isso deve funcionar de forma multiplicada. Afinal, tudo nelas corre em ritmo acelerado.

A recomendação é que o manual de crise deva ser elaborado nos passos iniciais do empreendimento, assim como o levantamento dos riscos, comitê de crise e treinamentos diversos. Vale considerar que a estrutura de uma startup é bem menor do que a de uma empresa comum. Além disso, sua presença é maior no ambiente digital, o que carece mais ainda de gestão de riscos e crise. Por isso, o gestor deve se atentar, mapear os riscos e canais iniciais que podem desencadear uma crise. No caso das startups, muita atenção às redes sociais, pois os CEOs costumam vincular sua imagem com seu negócio expondo-se a riscos de uma crise de imagem e reputação na internet.

Realizar a gestão de riscos e crise de uma startup não é tarefa fácil, mas com cautela e pontualidade tudo sai como planejado. Quer saber mais sobre o funcionamento da gestão de crise em uma startup? Fale conosco: contato@weplanbefore.com.br