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Webinar: We Do LGPD – Governança e Comunicação – Juntos na de adequação

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) envolve vários setores de uma organização e tem como propósito a proteção de dados dos usuários, seja de forma virtual ou presencial. A legislação entrou em vigor recentemente, por isso existem muitas dúvidas a respeito de como ela funciona e quais são seus desdobramentos. Para explicar um pouco mais sobre essa lei que, a partir de agora, estará presente em nosso dia a dia, a WePlanBefore preparou um webinar de três dias, que tratou de diversos assuntos relacionados ao tema e as áreas envolvidas, do jurídico até a comunicação.

No último dia do Webinar (30/10), Patrícia Teixeira, diretora da WePlanBefore, e Cláudio Carvalho, especialista em LGPD, falaram sobre governança e comunicação, juntas na adequação, implantação e desenvolvimento da cultura de dados. Entre os temas estavam a diferença que a comunicação faz quando é contemplada no processo de aplicação da LGPD e as diretrizes da governança para lidar com essas questões. 

“A LGPD não diz respeito só ao jurídico e ao tecnológico, ela também é cultura e comunicação, porque requer plano de ação, reconhecimento do público e adequação no diálogo e no posicionamento. A LGPD é importante para a comunicação corporativa”, disse Patrícia Teixeira. 

A utilização da comunicação é significativa para todos os setores, inclusive para a LGPD. Segundo Cláudio Carvalho “ela é primordial, pois não dá para fazer nada sem uma comunicação eficaz. É necessário um sistema de comunicação bem evidente. Tanto a governança corporativa como o processo de comunicação passam por um olhar minucioso, do que é realmente preciso mudar. São movimentos que muitas vezes decorrem de estudo e entendimento”. 

Mais do que prezar por uma comunicação clara e transparente, é imprescindível trabalhar também outros serviços para que a implantação seja eficaz. Um exemplo é a gestão de riscos. Quando você tenta privar uma organização de passar por problemas e dificuldades, é preciso elaborar alguns estudos para entender quais são e onde estão os problemas e quais as consequências futuras. Esse ponto é importante para a LGPD. 

“A LGPD trata de dados pessoais e a nossa cultura é de que esses dados pertencem a quem os detém e os governa. Hoje não é mais assim, pois os dados são de propriedade das pessoas. Com a LGPD você tem uma norma que disciplina como isso tem que ser tratado e trabalhado. Um dos primeiros passos de adequação à lei é o mapeamento de risco, ter acesso às informações para identificar onde tem risco de vazamento e possíveis incidentes”, complementou Cláudio Carvalho. 

De acordo com Patrícia Teixeira “os riscos precisam ser sempre mapeados para se pensar em um plano de crise”.  A importância dessa etapa está associada ao fato de que é na análise que vamos nos adequar à lei. Em grande parte dos dados que são tratados há um interesse na continuidade deste tratamento, sendo assim, é necessário evidenciar os riscos e entender quais informações podem ser trabalhadas, o tipo de permissão, a necessidade e a finalidade.

Assim como na gestão de risco, não existe uma mágica para adequação à LGPD é preciso analisar caso a caso e entender o que está na lei e como ela funciona, pois só dessa forma é possível atuar de maneira assertiva  diante de cada problemas. 

Quer entender mais a Lei Geral de Proteção de Dados? Assista aos três Webinars We Do LGPD, promovidos pela WePlanBefore, já disponíveis  em nosso nosso canal no Youtube ou entre em contato com a gente.

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